quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Alimentação na gravidez

As preocupações das futuras mamães, principalmente as de primeira viagem, sobre os riscos desse período tão especial vêm à tona. Qual a importância, tanto para a mãe quanto para o bebê, de uma alimentação de qualidade? O que consumir para que todas as necessidades alimentares sejam atendidas? Quais são as quantidades adequadas? Quais alimentos devem ser evitados?

Constantemente diversos mitos relacionados a alimentação durante a gravidez são abordados na mídia, porém é preciso cautela para escolher a dieta correta e não prejudicar o desenvolvimento do feto. Segundo Dr. Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), uma boa alimentação durante a gestação previne a mãe de patologias que podem aparecer a longo prazo. “Cientificamente sabe-se que muitas doenças crônico-degenerativas se iniciam no interior do útero. Existe um termo médico chamado programming que mostra evidências clinicas da desnutrição ou da super-alimentação durante o período gestacional, gerando doenças no adulto”, afirma.

O consumo de calorias, vitaminas e minerais deve ser maior entre as mulheres grávidas. Para que o peso não ultrapasse a normalidade, o acréscimo de energia deve ser de apenas 300 Kcal diárias (na média), o que corresponde a dois copos de leite desnatado. "Durante a gestação é preciso encontrar um equilíbrio. Alimentos que são fontes de açúcar, bem como óleos e gorduras, devem ser ingeridos moderadamente. O excesso de sal e de alimentos indigestos como pepino, pimentão, melancia, pimenta, entre outros, devem se evitados. Café e bebidas alcoólicas também não devem ser consumidos", ressalta o médico nutrólogo.

Para que esse aumento de calorias seja atingido, a gestante deve fazer de seis a oito refeições por dia, dando preferência ao consumo de frutas, legumes e verduras, de acordo com o presidente da ABRAN. Um jejum prolongado favorece a formação de corpos cetônicos, as substâncias químicas produzidas pela decomposição das gorduras, quando constituem o único substrato energético da gestante e que pode causar efeitos deletérios para o feto.

No período de formação do bebê, o corpo da mãe utiliza uma parte de líquidos e energia oriundos da alimentação que ajudam no crescimento e na manutenção dos artifícios que protegem o feto, como a placenta e o líquido amniótico. A outra parte da energia fica retida em forma de gordura, localizando-se no abdômen, costas e coxas, sendo utilizada no decorrer da gravidez e do aleitamento. Porém, caso haja um exagero no consumo de calorias, a energia ficará armazenada como gordura localizada.

"A gestante não deve nem pensar em perder peso por estar insatisfeita com os quilinhos a mais, já que as deficiências nutricionais podem interferir na formação e no crescimento do bebê. Todas as vitaminas são importantes no período em que o feto está em desenvolvimento. O ácido fólico, o ferro e o cálcio, por exemplo, são elementos fundamentais para que a gravidez ocorra normalmente”, conclui Dr. Ribas

gravidez nas trompas ou ectópicas

Gravidez nas trompas: conheça as causas desse problema

A gravidez ectópica, mais conhecida como gravidez nas trompas, é um problema grave que afeta uma em cada 100 gestações. Ela ocorre quando há a gestação fora do útero e a razão mais comum desta gravidez é uma lesão nas trompas, o que causa uma obstrução ou estreitamento e impede a passagem do óvulo para o útero. Problemas como infecções pélvicas podem danificar a trompa e causar nós ou aderências.

Segundo a ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, Fabiane Sabbag, a incidência da gravidez ectópica tem aumentado nos últimos 20 anos, e isto aconteceu devido ao aumento de infecções ginecológicas, cirurgias ginecológicas prévias, gestação após fertilização in vitro, uso de DIU, uso de pílula do dia seguinte ou de pílulas de progesterona.

Normalmente este tipo de gravidez não evolui e pode ocorrer um tipo de abortamento chamado de aborto tubareo, ou pode ocorrer o rompimento da trompa e a pessoa começa a sentir fortes dores abdominais.

Os sintomas acontecem entre a 5ª e a 10ª semana de gravidez, e é comum que haja dor em apenas um lado do abdômen, sangramento anormal, falta de menstruação, dores no ombro, dores ao urinar ou defecar, mal estar, tontura, náuseas e diarréia.
Ao detectar estes sintomas e a mulher suspeitar da gestação ectópica, é necessário o acompanhamento médico. “O diagnóstico é feito por meio do exame de BHCG no sangue e ultra-som. Hoje é possível fazer o diagnóstico precoce, o que previne possível rotura da gestação ectópica, evitando que a paciente evolua para um quadro grave de dor abdominal e hemorragia necessitando de cirurgia com urgência”, afirma Fabiane.

Se a gravidez já estiver em estágio avançado e a trompa já tenha sido rompida, uma cirurgia abdominal é necessária para que a gravidez seja interrompida. Caso contrário, é realizado um tratamento clinico ou com medicamentos.

Após uma gravidez ectópica a paciente devera fazer exames para saber as condições das tubas e das possíveis causas desta ectópica podendo assim tratar para tentar evitar novamente uma gestação ectópica.

“A paciente que teve um quadro de gestação ectópica continuará a ovular e pode engravidar normalmente dependendo das condições que ficaram suas tubas. A gravidez nas trompas pode acontecer novamente, porém, tudo dependerá do histórico desta paciente e do tratamento que foi realizado”, conclui
Síndrome do ovário policístico
Hoje, quase todas as mulheres são submetidas ao exame de ultra-som ginecológico em alguma fase da vida. Esse procedimento permitiu identificar vários cistos nos ovários em 20% a 30% delas. São os ovários policísticos.

Na maior parte dos casos, porém, esses cistos não têm nenhuma importância fisiológica, não modificam nada no corpo da mulher. Entretanto, ao redor de 10% deles, os ovários policísticos estão associados a outros sintomas, principalmente a alterações menstruais, geralmente a longos intervalos, às vezes até de meses, entre dois ciclos menstruais.

Os ovários policísticos podem estar associados, ainda, ao aparecimento de pêlos no corpo, de acne e da obesidade. É esse conjunto de manifestações que caracteriza a síndrome dos ovários policísticos.

(imagem 1)Fazem parte do aparelho reprodutor feminino o útero que através do colo desemboca na vagina, as trompas, ou tubas uterinas, uma de cada lado do útero e os ovários com formato semelhante ao de duas pequenas ameixas.

O ovário policístico é constituído por tecido normal, embora possua pequenos cistos, em geral ao redor de dez.



Os ovários são dois órgãos, um de cada lado do útero, responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos e por acolher os óvulos que a mulher traz consigo desde o ventre materno. Entre 20% e 30% das mulheres podem desenvolver cistos nos ovários, isto é, pequenas bolsas que contêm material líquido ou semi-sólido. São os ovários policísticos, que normalmente não têm importância fisiológica, mas que em torno de 10% estão associados a alguns sintomas. Os outros casos são assintomáticos.

A diferença entre cisto no ovário e ovário policístico está no tamanho e no número de cistos.

A síndrome acomete principalmente mulheres entre 30 e 40 anos e o diagnóstico tornou-se mais preciso com a popularização do exame de ultra-som.

Sintomas
Alterações menstruais - As menstruações são espaçadas. Em geral, mulher menstrua apenas poucas vezes por ano

Hirsutismo - Aumento dos pêlos no rosto, seios e abdômen

Obesidade -Ganho significativo de peso piora a síndrome

Acne - Em virtude da maior produção de material oleoso pelas glândulas sebáceas

Infertidade

Sintomas
Não foi estabelecida ainda a causa específica da síndrome dos ovários policísticos. Sabe-se que 50% das mulheres com essa síndrome têm hiperinsulinismo e o restante apresenta problemas no hipotálamo, na hipófise, nas supra-renais e produz maior quantidade de hormônios masculinos.

Recomendações
Consulte regularmente seu ginecologista. Não deixe de fazer o exame ginecológico e outros que ele possa indicar
Não se descuide. Mulheres com ovário policístico correm maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares na menopausa
Controle seu peso. A obesidade agrava os sintomas da síndrome
Tratamento
Como se trata de uma doença crônica, o tratamento é sintomático.

Mocinhas de 15 ou 16 anos, obesas, com pêlos e acne precisam emagrecer. Às vezes, só a perda de peso ajuda a reverter o quadro. Se não for obesa, é necessário diminuir a produção de hormônios masculinos, o que se consegue por meio de pílulas anticoncepcionais que atuam também na unidade pilossebácea reduzindo a produção de sebo e o crescimento dos pêlos.

Os casos de infertilidade respondem bem ao clomifeno, um indutor da ovulação. Se isso não acontecer, pode-se estimular os ovários com gonadotrofinas. Atualmente, é possível, ainda, fazer a cauterização laparoscópica.
Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional.
Visite: Mensagens, Papel de Parede, Videos É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por ele.

Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio parta te fazer muito, muito feliz. É você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.

Ser mãe, é você ficar admirando o sono de seu filho(a) e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você reza nesse momento para que tudo de certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, por que em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.

Em fim! Ser mãe, é agradecer há Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nós transformar nessa pessoa maravilhosa que é “mãe” palavra tão pequena com significado infinito.