Alimentação na Gravidez
A grávida carrega dentro de si um outro ser, no entanto a velha ideia de que tem de "comer por dois" é totalmente incorreta. Pelo menos três meses antes de tentar engravidar, a mulher deve aproximar-se o máximo possível do peso ideal, pois não é aconselhável emagrecer durante a gravidez.
É importantíssimo manter um aumento de peso adequado para a gestação. A dieta da mãe durante a gravidez afeta a condição da criança ao nascer.
A grávida deve seguir uma dieta equilibrada e variada, rica em fibras, frutas e legumes e baixo teos de gorduras saturadas. Deve priorizar a qualidade e não a quantidade.
Este tipo de alimentação fornece as calorias e os nutrientes necessários às mamães e aos bebês, sem que a mãe adquira excesso de peso.
Tópicos sobre a Alimentação da Gestante
* Aumento de peso na gravidez
* Evite açúcares, modere na cafeína e corte o álcool
* Suplemento de Vitaminas e Minerais
* Não exagere no sal
Aumento de peso na gravidez
Durante a gravidez, a mulher de estatura média tende a aumentar entre 9 a 12 quilos, devido a uma série de alterações que se verificam no organismo:
* FETO - 3,2 quilos.
* PLACENTA - 0,5 quilos.
* LÍQUIDO AMNIÓTICO - ± 1 quilo.
* ÚTERO - ± 1 quilo.
* AUMENTO DO VOLUME SANGUíNEO - ± 1 quilo.
* AUMENTO DO VOLUME DOS SEIOS - ± 1 quilo.
Feitas as contas, cerca de 7,5 quilos de aumento de peso resultam diretamente da gravidez. Os restantes correspondem a gordura e líquidos que se acumulam no organismo da grávida.
Evite açúcares, modere na cafeína e corte totalmente o álcool e o fumo
A mulher que deseja engravidar deve, antes de mais, cortar nos produtos açucarados, evitar o consumo de cafeína e abster-se de bebidas alcoólicas .
Segundo os especialistas, mais de 300 miligramas de cafeína por dia - o que corresponde, por exemplo, a mais de três ou quatro xícaras de café - pode reduzir a fertilidade em cerca de 27%. Por outro lado, há estudos que estabelecem uma relação direta entre o consumo excessivo de cafeína e o aborto ou anomalias no desenvolvimento do feto.
Se, no caso da cafeína, os médicos sugerem o consumo moderado, em relação ao álcool o conselho é mais radical: a abstinência. Tendo em conta estudos recentes, o ideal é que a mulher desista das bebidas alcoólicas antes mesmo de engravidar.
Outro fator de risco é o cigarro. Os especialistas tendem a aconselhar a mulher que deseja engravidar a deixar de fumar, na medida em que este vício pode gerar complicações graves durante a gravidez e parto.
É claro, que este conselho se aplica também ao consumo de todo o tipo de drogas.
Suplemento de vitaminas e minerais para gestantes
Por mais cuidado que se tenha com a alimentação, é aconselhável o recurso extra de suplementos de vitaminas e minerais (cálcio, magnésio e potássio), antes e durante a gravidez.
Os suplementos constituem apenas uma forma de reforçar as vantagens de uma dieta equilibrada e saudável. Mas lembre-se o suplemento não substitui de todo as, pelo menos, três refeições diárias.
Não exagere no sal
É necessária apenas uma pequena quantidade de não mais que 5g no final da gravidez. Não mais do que isto, porque este está presente na alimentação. Evite alimentos salgados, águas mineralizadas e seja suave no tempero. O excesso de sal pode ocasionar retenção de água e, por vezes, edemas. Favorece a hipertensão arterial em mulheres que já têm esta predisposiçã
quinta-feira, 25 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Hiperatividade infantil (TDAH)
O Transtorno por déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) tem três sintomas: hiperatividade, falta de atenção e impulsividade. Trata-se da síndrome da conduta, de origem neurobiológica, mais frequente durante a infância. Estima-se que cerca de 5% da população infanto-juvenil, de 3 a 16 anos, sofre, sendo 3 vezes mais frequente nos homens.
Conhecida por TDAH, é uma patologia que se caracteriza pela existência de três sintomas: hiperatividade (movimento contínuo e superior ao esperado para a idade da criança), falta de atenção e impulsividade. Um transtorno que se produz devido a uma alteração do sistema nervoso central. É hoje, uma das causas mais frequentes do fracasso escolar e de problemas sociais na idade infantil. É uma patologia crônica, altamente genética (75%), mas que se pode diagnosticar e tratar.
Hiperatividade, falta de atenção e impulsividade
As crianças que sofrem de TDAH apresentam conduta inapropriada para sua idade. Custa-lhes controlar seu comportamento, suas emoções e pensamentos. Têm uma grande dificuldade para prestar atenção e a concentrar-se. No entanto, nem todas as crianças chegam a experimentar todos os sintomas. Depende muito do tipo de TDAH que tenha.
O fator hereditário influi no seu desenvolvimento chegando a sofrer o problema, 44% das crianças que tiveram pais ou mães hiperativas.
Muitos pais e professores sentem dificuldades para identificar se a criança é portador de TDAH, ou se o que lhe falta é limites, dado que as crianças nesses estados podem apresentar sintomas parecidos.
No caso do TDAH, a criança apresenta sintomas como:
- Inquietude. Move os pés, mãos e o corpo sem um objetivo claro. Levanta-se, salta e corre quando tem que estar sentado.
- Baixa auto-estima, devido sua impopularidade.
- Aborrecimento e excitação excessivos e incontroláveis. Não consegue brincar de forma tranquila. Não respeita a vez dos outros. Excita-se e se aborrece com frequência.
- Grau acentuado de impulsividade. Age antes de pensar. Responde antes que terminem a pergunta.
- Falta de concentração. Não atende aos detalhes, nem à organização, nem as instruções.
- Falta de persistência. Além de não terminar as tarefas, evita as que necessitam de um esforço contínuo.
- Dificuldade para organizar-se e manter a atenção.
- Distrai-se com muita facilidade. Esquece-se do que tem que fazer.
- Surdez fictícia.
Tratamento da hiperatividade infantil
O TDAH é uma patologia pouco conhecida, difícil de detectar e fácil de confundir. A complicação do tipo neurológico se desencadeia em idades compreendidas entre os 3 e 4 anos, alcançando o nível mais crítico aos 6. Os especialistas apontam que as crianças com hiperatividade não tratadas a tempo, terão problemas na adolescência, sofrerão problemas para relacionar-se e inclusive fracasso escolar. No entanto, um tratamento contínuo à medida que a criança vá crescendo, permitirá que o transtorno melhore, e inclusive que se consiga controlar.
A grande dificuldade que apresentam as crianças para atender, selecionar, manter, e controlar a atenção aos estímulos que lhes apresentam, assim como a excessiva agitação que apresentam, justificam a necessidade de uma ajuda e de um acompanhamento profissional. Um especialista ajudará a criança a adquirir hábitos e estratégias cognitivas para que seu desenvolvimento social, familiar, escolar, etc., esteja à altura de suas capacidades. O tratamento tem como objetivo:
- Melhorar ou anular os sintomas do transtorno.
- Diminuir ou eliminar os sintomas associados.
- Melhorar a aprendizagem, linguagem, escrita, relação social e familiar.
Para isso, o especialista empregará, segundo o caso, informação exaustiva aos pais e professores, tratamento farmacológico (imprescindível em 7 de cada 10 crianças), e tratamento psicopedagógico.
Não se deve esquecer que os pais desempenham papel fundamental durante o tratamento. As crianças hiperativas necessitarão muito apoio, compreensão, carinho, e sobretudo muita paciência para que pouco a pouco consigam desenvolver seu dia-a-dia com normalidade.
Conhecida por TDAH, é uma patologia que se caracteriza pela existência de três sintomas: hiperatividade (movimento contínuo e superior ao esperado para a idade da criança), falta de atenção e impulsividade. Um transtorno que se produz devido a uma alteração do sistema nervoso central. É hoje, uma das causas mais frequentes do fracasso escolar e de problemas sociais na idade infantil. É uma patologia crônica, altamente genética (75%), mas que se pode diagnosticar e tratar.
Hiperatividade, falta de atenção e impulsividade
As crianças que sofrem de TDAH apresentam conduta inapropriada para sua idade. Custa-lhes controlar seu comportamento, suas emoções e pensamentos. Têm uma grande dificuldade para prestar atenção e a concentrar-se. No entanto, nem todas as crianças chegam a experimentar todos os sintomas. Depende muito do tipo de TDAH que tenha.
O fator hereditário influi no seu desenvolvimento chegando a sofrer o problema, 44% das crianças que tiveram pais ou mães hiperativas.
Muitos pais e professores sentem dificuldades para identificar se a criança é portador de TDAH, ou se o que lhe falta é limites, dado que as crianças nesses estados podem apresentar sintomas parecidos.
No caso do TDAH, a criança apresenta sintomas como:
- Inquietude. Move os pés, mãos e o corpo sem um objetivo claro. Levanta-se, salta e corre quando tem que estar sentado.
- Baixa auto-estima, devido sua impopularidade.
- Aborrecimento e excitação excessivos e incontroláveis. Não consegue brincar de forma tranquila. Não respeita a vez dos outros. Excita-se e se aborrece com frequência.
- Grau acentuado de impulsividade. Age antes de pensar. Responde antes que terminem a pergunta.
- Falta de concentração. Não atende aos detalhes, nem à organização, nem as instruções.
- Falta de persistência. Além de não terminar as tarefas, evita as que necessitam de um esforço contínuo.
- Dificuldade para organizar-se e manter a atenção.
- Distrai-se com muita facilidade. Esquece-se do que tem que fazer.
- Surdez fictícia.
Tratamento da hiperatividade infantil
O TDAH é uma patologia pouco conhecida, difícil de detectar e fácil de confundir. A complicação do tipo neurológico se desencadeia em idades compreendidas entre os 3 e 4 anos, alcançando o nível mais crítico aos 6. Os especialistas apontam que as crianças com hiperatividade não tratadas a tempo, terão problemas na adolescência, sofrerão problemas para relacionar-se e inclusive fracasso escolar. No entanto, um tratamento contínuo à medida que a criança vá crescendo, permitirá que o transtorno melhore, e inclusive que se consiga controlar.
A grande dificuldade que apresentam as crianças para atender, selecionar, manter, e controlar a atenção aos estímulos que lhes apresentam, assim como a excessiva agitação que apresentam, justificam a necessidade de uma ajuda e de um acompanhamento profissional. Um especialista ajudará a criança a adquirir hábitos e estratégias cognitivas para que seu desenvolvimento social, familiar, escolar, etc., esteja à altura de suas capacidades. O tratamento tem como objetivo:
- Melhorar ou anular os sintomas do transtorno.
- Diminuir ou eliminar os sintomas associados.
- Melhorar a aprendizagem, linguagem, escrita, relação social e familiar.
Para isso, o especialista empregará, segundo o caso, informação exaustiva aos pais e professores, tratamento farmacológico (imprescindível em 7 de cada 10 crianças), e tratamento psicopedagógico.
Não se deve esquecer que os pais desempenham papel fundamental durante o tratamento. As crianças hiperativas necessitarão muito apoio, compreensão, carinho, e sobretudo muita paciência para que pouco a pouco consigam desenvolver seu dia-a-dia com normalidade.
Obesidade infantil
A obesidade infantil e suas consequências. Maus hábitos adquiridos durante a infância podem levar a criança a sofrer consequências preocupantes, principalmente para a sua saúde. O risco de desenvolver transtornos durante a adolescência é um exemplo claro do que pode suceder se a criança obesa não receber tratamento e atenção adequada à sua alimentação e forma de vida.
Antes, a obesidade era um problema exclusivo dos adultos. Hoje em dia, essa complicação atinge a pessoas cada vez mais jovens. A obesidade na infãncia compromete a saúde da prole. Pode-se diagnosticar problemas como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, e níveis altos de colesterol e triglicérides. Além disso, as crianças podem desenvolver problemas psicológicos. As piadas, a intimidação, ou a rejeição por parte dos coleguinhas, podem levá-los a uma baixa auto-estima. São marginalizados pelo aspecto que têm, e todo esse quadro pode gerar transtornos como a bulimia, a anorexia, a depressão, e levá-las a ter hábitos extremos como o consumo de drogas e outras substâncias nocivas.
Males que a obesidade infantil podem causar às crianças
- Problemas com os ossos e articulações.
- Dificuldades para desenvolver algum esporte ou outro exercício físico devido a dificuldade para respirar e o cansaço.
- Alterações no sono.
- Amadurecimento prematuro. As meninas obesas podem entrar antes na puberdade, ter ciclos menstruais irregulares, etc.
- Hipertensão, colesterol e enfermidades cardiovasculares.
- Distúrbios hepáticos.
- Desânimo, cansaço, depressão, queda no rendimento escolar.
- Baixa auto-estima, isolamento e discriminação.
- Trastornos que levam à bulimia e anorexia nervosa.
- Problemas cutâneos.
- Ocorrência de diabetes
Segundo especialistas, a obesidade quando se manifesta na infância e persiste na adolescência, e não tratada a tempo, provavelmente se arrastará até a idade adulta
Antes, a obesidade era um problema exclusivo dos adultos. Hoje em dia, essa complicação atinge a pessoas cada vez mais jovens. A obesidade na infãncia compromete a saúde da prole. Pode-se diagnosticar problemas como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, e níveis altos de colesterol e triglicérides. Além disso, as crianças podem desenvolver problemas psicológicos. As piadas, a intimidação, ou a rejeição por parte dos coleguinhas, podem levá-los a uma baixa auto-estima. São marginalizados pelo aspecto que têm, e todo esse quadro pode gerar transtornos como a bulimia, a anorexia, a depressão, e levá-las a ter hábitos extremos como o consumo de drogas e outras substâncias nocivas.
Males que a obesidade infantil podem causar às crianças
- Problemas com os ossos e articulações.
- Dificuldades para desenvolver algum esporte ou outro exercício físico devido a dificuldade para respirar e o cansaço.
- Alterações no sono.
- Amadurecimento prematuro. As meninas obesas podem entrar antes na puberdade, ter ciclos menstruais irregulares, etc.
- Hipertensão, colesterol e enfermidades cardiovasculares.
- Distúrbios hepáticos.
- Desânimo, cansaço, depressão, queda no rendimento escolar.
- Baixa auto-estima, isolamento e discriminação.
- Trastornos que levam à bulimia e anorexia nervosa.
- Problemas cutâneos.
- Ocorrência de diabetes
Segundo especialistas, a obesidade quando se manifesta na infância e persiste na adolescência, e não tratada a tempo, provavelmente se arrastará até a idade adulta
Shantala: a massagem terapêutica para os bebês. Nada melhor que uma massagem para cuidar do seu bebê, para ralaxá-lo, e demonstrar-lhe todo seu carinho e amor. A massagem para bebês tem um nome: Shantala, conhecida como a massagem terapêutica para bebês. Sua origem reside na Índia, onde um obstetra francês, Dr. F. Leboyer, esteve observando uma mãe massageando seu bebê.
O médico ficou encantado com a força dos seus movimentos, e com os benefícios que estes davam ao bebê, e decidiu importá-la para o ocidente e batizar toda a sequência de movimentos com o nome daquela mulher: Shantala. A partir daí a massagem faz parte dos costumes de muitas sociedades.
Shantala para bebês
Segundo o Dr.F. Leboyer, ser carregados, ninados, acariciados, tocados, massageados, cada uma dessas coisas é alimento para as crianças pequenas, tão indispensáveis quanto vitaminas, sais minerais e proteínas.
A massagem infantil faz com que as crianças se acalmem, adquiram resistência no organismo, tranquilidade no sono, e tenham um desenvolvimento psíquico positivo. É um dos momentos preferidos dos bebês. Durante as massagens, os bebês sentem uma sensação muito agradável porque não se trata somente do contato de peles, mas também de sentir sensações através da audição, olfato, e da visão. Se a massagem faz parte de uma rotina diária, o bebê saberá, por exemplo, que depois do banho e antes que ponham sua roupinha, alguém (seja a mãe, o pai ou outra pessoa) lhe proporcionará este momento tão esperado.
Ao assistir sua mãe esfregando as mãos com óleo ou creme, o bebê já se sentirá preparado para viver a agradável experiência da massagem. Nesses breves minutos, o bebê encontrará a paz e desfrutará de um enorme prazer. A maioria dos bebês amam o contato físico. Não é de se estranhar que as massagens tenham um efeito tão calmante e relaxante para eles.
O médico ficou encantado com a força dos seus movimentos, e com os benefícios que estes davam ao bebê, e decidiu importá-la para o ocidente e batizar toda a sequência de movimentos com o nome daquela mulher: Shantala. A partir daí a massagem faz parte dos costumes de muitas sociedades.
Shantala para bebês
Segundo o Dr.F. Leboyer, ser carregados, ninados, acariciados, tocados, massageados, cada uma dessas coisas é alimento para as crianças pequenas, tão indispensáveis quanto vitaminas, sais minerais e proteínas.
A massagem infantil faz com que as crianças se acalmem, adquiram resistência no organismo, tranquilidade no sono, e tenham um desenvolvimento psíquico positivo. É um dos momentos preferidos dos bebês. Durante as massagens, os bebês sentem uma sensação muito agradável porque não se trata somente do contato de peles, mas também de sentir sensações através da audição, olfato, e da visão. Se a massagem faz parte de uma rotina diária, o bebê saberá, por exemplo, que depois do banho e antes que ponham sua roupinha, alguém (seja a mãe, o pai ou outra pessoa) lhe proporcionará este momento tão esperado.
Ao assistir sua mãe esfregando as mãos com óleo ou creme, o bebê já se sentirá preparado para viver a agradável experiência da massagem. Nesses breves minutos, o bebê encontrará a paz e desfrutará de um enorme prazer. A maioria dos bebês amam o contato físico. Não é de se estranhar que as massagens tenham um efeito tão calmante e relaxante para eles.
Amamentar é mais que fornecer uma alimentação segura e suficiente para o bebê, amamentar é o momento de ligação total entre mãe e filho, é a construção de um laço que durará a vida inteira.
“O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. Permite ainda um grandioso impacto na promoção da saúde integral da dupla mãe/bebê e regozijo de toda a sociedade”¹.
Muitas vezes depois do parto o bebê é levado para uma série de cuidados e só mais tarde volta a encontrar a mãe, no entanto segundo uma grande parcela dos pediatras e especialistas em amamentação é fundamental que o bebê tenha a primeira mamada minutos depois de nascer. Os motivos são vários:
amamentação
- Quando o bebê mama, o corpo da mãe libera endorfina que diminui a dor pós parto.
- Liberação de hormônio como a oxitocina, que liberado aumenta a contração uterina da mãe ajudando na expulsão da placenta e fazendo o corpo da mulher voltar mais rápido ao normal.
- O fato de o bebê sugar ajuda a estimular a descida do leite materno porque ativa a produção de prolactina que estimula a produção do leite.
- Além do fato que quanto mais rápido acontecer à aproximação entre ambos, melhor será para o filho, pois mais vínculo se criará.
- E pode soar estranho, mas esse primeiro contato com a mãe é importante para contaminar o bebê com os germes e bactérias da mãe que são sem dúvida menos agressivos para o filhote, sendo a mãe também a portadora do remédio, com o seu colostro que é o leite das primeiras mamadas.
“Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe”².
“O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. Permite ainda um grandioso impacto na promoção da saúde integral da dupla mãe/bebê e regozijo de toda a sociedade”¹.
Muitas vezes depois do parto o bebê é levado para uma série de cuidados e só mais tarde volta a encontrar a mãe, no entanto segundo uma grande parcela dos pediatras e especialistas em amamentação é fundamental que o bebê tenha a primeira mamada minutos depois de nascer. Os motivos são vários:
amamentação
- Quando o bebê mama, o corpo da mãe libera endorfina que diminui a dor pós parto.
- Liberação de hormônio como a oxitocina, que liberado aumenta a contração uterina da mãe ajudando na expulsão da placenta e fazendo o corpo da mulher voltar mais rápido ao normal.
- O fato de o bebê sugar ajuda a estimular a descida do leite materno porque ativa a produção de prolactina que estimula a produção do leite.
- Além do fato que quanto mais rápido acontecer à aproximação entre ambos, melhor será para o filho, pois mais vínculo se criará.
- E pode soar estranho, mas esse primeiro contato com a mãe é importante para contaminar o bebê com os germes e bactérias da mãe que são sem dúvida menos agressivos para o filhote, sendo a mãe também a portadora do remédio, com o seu colostro que é o leite das primeiras mamadas.
“Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe”².
segunda-feira, 1 de março de 2010
Musica para minha Maluzinha
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
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